Somos mais de 205 milhões de pessoas, um país de dimensões continentais. Desenvolver um sistema que seja universal, igualitário e que proporcione um amplo acesso aos principais e mais modernos recursos existentes de forma sustentável: esse é o grande desafio do setor de Saúde. 

SADT: Serviços Auxiliares de Diagnostico e Tratamento

A desigualdade no ambiente e a questão do acesso

 

Segundo estimativas, somente 22% da população brasileira possui planos de saúde privados. Pesquisas indicam ainda que, das pessoas sem plano de cobertura de saúde suplementar, somente 48% usam o acesso universal do SUS (SistemaÚnico de Saúde) quando precisam de atendimento. Sobram 30% de brasileiros que têm grande dificuldade, ou mesmo nenhum acesso, ao sistema de saúde, seja ele público ou privado. Ou seja, são pessoas totalmente desassistidas em suas necessidades de saúde, sejam elas primárias ou de alta complexidade. A discussão sobre novas formas de gerar um melhor acesso à população e a integração do sistema suplementar ou particular com o SUS é prioridade em nossa agenda.

 

 

O dilema do envelhecimento e a pressão sobre o sistema de saúde

 

A população brasileira está envelhecendo rapidamente e isso vem provocando cada vez maior impacto no setor da Saúde.  A chamada “terceira idade”, antes uma pequena parcela da população, agora representa um grande segmento da sociedade. 13% da população tem mais de 60 anos e, segundo projeções do IBGE, em 2040, um quarto da população vai ter mais de 65 anos. Isso significa que vamos ter muito mais idosos do que crianças no Brasil. Com esse envelhecimento da população,  os custos com a saúde vão aumentar consideravelmente e a infraestrutura brasileira precisará ser revista.

 

 

O GAP de infraestrutura e profissionais

 

O ecossistema da saúde brasileiro sempre esteve pautado na construção de um complexo hospitalar voltado para cuidados terciários, os chamados serviços de alta complexidade. Com a mudança no perfil da demanda de saúde, essa estrutura, que foi construída nos últimos 70 anos, precisa ser atualizada para ser mais eficaz. Novas tecnologias de diagnóstico e formas de cuidar de pacientes, incluindo terapias genéticas e biomoleculares, exigem estruturas diferentes. É fundamental que o modelo centrado em hospitais seja atualizado para um modelo com uma estrutura voltada para a atenção primária de prevenção de doenças e para a gestão de doenças crônicas, além de ampliar e regular o uso de tecnologias de comunicação que facilitem o contato paciente, médico e outros profissionais de saúde.

O desperdício e a má gestão

 

Um dos maiores desafios do setor de saúde é melhorar a gestão de orçamento frente a uma demanda cada vez maior, provocada pelo  envelhecimento da população brasileira e pelo incremento dos custos pela adoção de novas tecnologias. Um dos pilares para alcançar isso é reduzir o desperdício no setor,  otimizando os recursos existentes e proporcionando maior acesso desses produtos e serviços aos pacientes. Muitas vezes os recursos existem mas não chegam a quem precisa. Somente uma melhor gestão dos recursos produzidos permitirá a criação  de um sistema de saúde sustentável, no qual se busca fazer as escolhas certas para que os pacientes recebam o melhor cuidado, tanto nos aspectos clínicos, quanto econômico e social.

Gerar acesso efetivo aos recursos incorporados e ampliar a capacidade de disponibilizar novos recursos e tecnologias.

 

O SUS cobriu apenas 61% dos tratamentos oncológicos realizados nos últimos 5 anos no Brasil.

Ações contra planos de saúde batem recorde na justiça de São Paulo e mais do que triplicaram em 6 anos.

 

O número de decisões em 1a e 2a instância no Tribunal de Justiça em São Paulo cresce.

Melhorar as condições de infraestrutura e de recursos humanos do setor para expandir o atendimento em qualidade e quantidade.

O gap de infraestrutura no sistema de saúde do Brasil é um dos obstáculos para a ampliação do acesso

Estrutura de Média e Alta Complexidade no Brasil

Indicadores de gasto público com saúde da América Latina em  2014

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